Casagrande apoia atleta que criticou Bolsonaro: 'A única medida cabível à CBV é seu silêncio'

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da imperador bet: O comentarista de futebol e ex-jogador Walter Casagrande se posicionou sobre a polêmica que começou quando a atleta do vôlei de praia, Carol Solberg, gritou ‘Fora, Bolsonaro!’, ao vivo, no ‘SporTV’ para comemorar a conquista de uma medalha de bronze. Através das redes sociais, Casão afirmou que a atleta exerceu apenas seu direito de se expressar.

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da cassino online: -Em seu legítimo direito de se expressar politicamente, a atleta Carol Solberg, do vôlei de praia, terminou entrevista ao Sportv com um “Fora Bolsonaro!”.
A CBV repudiou a manifestação e ameaçou com “medidas cabíveis” – destacou.

O ex-jogador ainda destacou a nota emitida pela Confederação Brasileira de Vôlei, que disse que tomará todas as medidas cabíveis para que fatos que ‘denigrem’ o esporte como esses não voltem mais a ser praticados.

Para Casagrande, o uso do termo ‘denegrir’ usado pela entidade é inaceitável, já que está palavra é apontada por representantes da cultura negra como tendo uma origem etimológica depreciativa. Além disso, o comentarista afirmou que a CBV deveria se calar diante do protesto.

-E ainda usou, em sua nota, um inaceitável “denegrir”, um termo racista que deve ser fortemente repudiado. Nós, do movimento Esporte pela Democracia, treplicamos aqui de maneira singela: a única medida cabível à CBV é seu silêncio em respeito à liberdade de expressão – concluiu, compartilhando a hastag ‘Fora, Bolsonaro’, em seguida.

Nota da CBV e controvérsia
​Em nota, aCBV repudiousobre a utilização dos eventos organizados pela entidade para realização de quaisquer manifestações de cunho político e afirmou que tomaria atitudes para que atos que ‘denigrem’ a imagem do esporte não seja mais praticados.

No entanto, há dois anos, a CBV defendeu a liberdade de expressão política quando Wallace e Maurício Souza, da Seleção Brasileira de vôlei, expressaram apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Eles posaram para uma fotografia com gestos que representavam o número 17, em referência ao PSL, antigo partido do político.

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